13.6.06

A asma das garrafas



















São onze da manhã e tudo flui, como o rio de Heraclito. Como o vinho que bamboleia para cair mais adiante sem que ninguém o saiba ainda. Quando se olha o presente congelado acredita-se que o futuro é ilusório. Felizmente, nada se perdeu: o riso havia já retirado a asma das garrafas.

Foto: Cartier-Bresson